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- Outubro 2007 (7)
A exclusão social é fruto da idiotice anticapitalista
CHE O MITO MACABRO
Che – O mito macabro
por Ipojuca Pontes em 15 de outubro de 2007
Resumo: Uma figura transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista é o que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.
© 2007 MidiaSemMascara.org
“Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo”
“Che” Guevara em carta familiar
No próximo dia 23 de outubro, em sessão especial, o Senado Federal vai prestar homenagem à memória do mitológico Ernesto “Che” Guevara. Como se sabe, há 40 anos o “Che”, tentando levantar uma revolução comunista nas selvas da Bolívia, foi capturado por pequena tropa comandada pelo capitão Gary Prado, do Exército boliviano e logo depois executado pelo tenente Mario Téran - não sem antes implorar pela vida: “Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto”.
O requerimento para a estranha celebração política é de autoria do obscuro senador José Nery (PSOL-PA) - que responsabilizou o “imperialismo ianque” pela morte do aventureiro mas cuja desgraça, sabe-se, foi urdida pela vontade de Moscou, Fidel Castro e o PC boliviano – e tem a aprovação de outro político esquerdista, Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.
Como registrei no meu livro “Politicamente Corretíssimos” (Toopbooks, Rio, 2003), o mito Guevara não corresponde nem de longe à realidade dos fatos. Salvo pela “revolução cubana” – efetivada, em parte, pela inação dos Estados Unidos que abandonaram o sargento Fulgêncio Batista e no início ajudaram Fidel Castro nas escaramuças de Sierra Maestra - a vida do cruel revolucionário foi um completo fracasso: na órbita familiar, no amor, à frente de ministério e banco, como comandante, “diplomata” e guerrilheiro, para não falar no “ideólogo do foquismo” - sua trajetória humana e social tributa larga soma de erros e equívocos que nem mesmo os biógrafos mais entusiastas (entre eles, Jon Lee Anderson) conseguem dissimular.
Com efeito, filho de mãe “possessiva” e produto de um lar “excêntrico”, desde cedo o “Che” só fez acumular fracassos. Por exemplo: quando, como estudante, aspirava (em Córdoba/Argentina) realizar casamento “burguês” com a prima rica Chinchina Ferreyra, que o repudiou; ou como presidente do Banco Nacional Cubano, levando a moeda e a economia da ilha à completa insolvência; ou ainda como ministro da Indústria de Cuba, quando fracassou miseravelmente ao lado de Fidel, na obtenção de 10 milhões de toneladas de açúcar que nem de longe atingiu; e nas frustradas negociações com a Nomenklatura soviética em que pedia ajuda para industrializar Cuba e teve como resposta um sonoro “não”; e na sua doentia pretensão de criar o “homem novo” e a “sociedade nova” – enfim, em tudo que o desastrado guerrilheiro colocou as mãos, só demonstrou elevado grau de incompetência e insensatez.
No levantamento dos sucessivos fracassos de Guevara, propositadamente escondido pelos criadores de mitos, o que chama atenção, no terreno em que se dizia “especialista”, é a sua derrota para os 100 mercenários do Coronel Mike Hoare nas planícies do Congo, em 1965. Vale a pena lembrar.
Excluído da vida política e administrativa de Cuba pelos russos, que sustentavam com bilhões de dólares o banquete de “la revolución” e não o queriam por perto, Guevara saiu mundo afora. Sua idéia era criar “um, dois, muitos Vietnãs” para debilitar o “imperialismo ianque”. Julgando oportuno e financiado por Ben Bella (leia-se “petróleo argelino”) e contemplado com armas chinesas, rumou para o Congo (ex-belga) e se juntou às tropas rebeldes de Laurent Kabila, o jovem aspirante a ditador que, por sua vez, queria derrubar o governo de Moise Tshombe e tomar o seu lugar.
Com 127 guerrilheiros cubanos e 3 mil soldados congoleses bem armados, Guevara se internou nos charcos do país africano e tentou derrubar Tshombe. Seus objetivos no Congo eram, pela ordem, privar as fontes financeiras do governo provenientes das minas, obrigar a Bélgica a reconhecer o novo Estado revolucionário, controlar os minerais estratégicos para benefício do bloco socialista e, mais tarde, levar sua guerrilha até Angola.
Diante da ameaça, Tshombe contratou os serviços do Coronel Mike “Mad” Hoare, mercenário sul-africano, especialista em guerra de movimento nas selvas. Conforme registra o historiador Miguel A. Faria, em “Escape of from lost paradise” (Hacienda Publishing, 2002), as derrotas dos guerrilheiros do “Che” no Congo, foram “desmoralizantes”. Na batalha pela hidrelétrica de Bendela, por exemplo, Hoare eliminou boa parte do exército congolês e botou os guerrilheiros cubanos a correr.
Na batalha de Fizi Baraka, nas proximidades do Lago Tanganica, Hoare encurralou Guevara e suas tropas, atacando-as pela retaguarda, de madrugada, destruindo o serviço de comunicação e o centro de abastecimento da guerrilha. No entrechoque fatal, Hoare eliminou 125 soldados congoleses e deixou pelo chão mais de 600 feridos. O “Che”, que tinha prometido aos seus comandados “devorar” com as próprias mãos os adversários vencidos, bateu célere em retirada. No seu próprio diário sobre a experiência militar do Congo (“Passagens da guerra revolucionária: Congo” - Record, Rio, 2005), diz que a experiência foi um “fracasso absoluto” e justifica a clamorosa derrota pela “indisciplina” dos soldados congoleses - que, por sinal, diga-se de passagem, eram também canibais, pois comiam o fígado e o coração dos inimigos.
(Depois da fuga humilhante, irritado com a derrota incontornável, o “Che”, vendo um dos seus guerrilheiros em conversa íntima com uma africana, ordenou que o comandado ficasse de joelhos e, em seguida, deu-lhe malvadamente um tiro bem no meio da testa).
Numa carta dirigida à primeira esposa, Hilda Gadea, o carrasco que de arma em punho matou vários presos políticos na prisão de La Cabaña, e que era movido pelo ódio como fator de luta, escreveu: “Querida velha. Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue”.
É uma figura assim, transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista, que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.
É o fim!
leu leutraix http://www.leuleutraix.blogpot.com
AGORA É O EQUADOR
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O Equador e a Petrobrás
O presidente Rafael Correa segue à risca o script bolivariano. Sem bancada no Congresso - seu partido se absteve de participar das eleições parlamentares -, substituiu arbitrariamente 57 deputados pela companheirada e assim pôde convocar uma Assembléia Constituinte. Nas eleições realizadas no mês passado, empenhou a máquina estatal e conseguiu maioria absoluta. Imediatamente anunciou que dissolverá o Congresso - o que o projeto de convocação da Constituinte não previa - e convocará novas eleições gerais, obviamente para garantir-se no poder por um bom tempo. Repetiu, passo por passo, a trajetória inicial do coronel Chávez, que há oito anos governa a Venezuela com mão-de-ferro.
Logo em seguida, tratou das finanças do Estado. E o modelo foi o também bolivariano Evo Morales. Na semana passada, decretou o virtual confisco das rendas das empresas - inclusive a Petrobrás - que exploram petróleo no país. Há um ano, o imposto sobre a renda excedente do petróleo havia sido elevado para 50%. Correa elevou a alíquota para 99%, o que significa que as petroleiras terão de se contentar com um preço de cerca de US$ 24, quando o barril é vendido por cerca de US$ 80 no mercado spot. O governo fica com a diferença.
Não bastasse essa medida expropriatória - que, aliás, foi mais ousada do que a adotada por Evo Morales, que se contentou com 82% -, Rafael Correa anunciou que os contratos com as empresas petrolíferas serão alterados. Atualmente, as empresas têm uma participação que varia de 20% a 80% do petróleo que produzem. Investem em pesquisa, exploração e desenvolvimento dos campos petrolíferos e ficam com uma parte do petróleo extraído, como remuneração. Correa quer que essas empresas passem a ser meras prestadoras de serviço, recebendo uma quantia fixa. Assim como Evo Morales, não fala em indenizar as petroleiras pelos investimentos que fizeram.
O governo equatoriano convocou as empresas para uma reunião, na segunda-feira passada, na qual seriam expostos os termos da mudança contratual. Ninguém compareceu. O ministro de Minas e Energia explicou que os executivos não compareceram porque estão discutindo com as suas matrizes no exterior as recentes mudanças.
De fato. Mas a ausência em bloco das petroleiras à reunião pode também indicar que Rafael Correa deu um passo maior que as pernas. As grandes empresas petrolíferas aceitaram aumentos de impostos e mudanças contratuais impostas pelo coronel Hugo Chávez porque na Venezuela existe uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Apenas duas empresas, com participação muito pequena na produção local, se retiraram da Venezuela. A Exxon está acionando a PDVSA para ressarcir-se de prejuízos, mas continua operando no país. Na Bolívia, o rompimento de contratos foi tolerado porque as principais companhias envolvidas têm compromissos firmes de abastecimento de gás com a Argentina e o Brasil.
Mas no Equador a situação é outra. A produção equatoriana é a quinta da América Latina, atrás da Venezuela, México, Brasil e Argentina. A estatal PetroEquador extrai 50% do petróleo produzido no país, sendo o resto dividido entre quatro empresas. A Petrobrás, por exemplo, extrai apenas 6,24% do petróleo equatoriano. A operação no Equador tem pouco peso econômico para essas empresas e elas podem decidir não tolerar a quebra de contrato. Se isso ocorrer, as fontes de financiamento e de assistência técnica se fecharão para o Equador.
Rafael Correa faz um jogo arriscado. As medidas que adotou sinalizam o crescimento do nacional-populismo na América Latina - e isso certamente terá reflexos negativos em outros setores da economia globalizada.
Só o chanceler Celso Amorim não percebe isso. Ele estava em Quito quando Rafael Correa anunciou o esbulho das empresas petrolíferas. Não protestou contra a quebra de contrato e contra o confisco de renda da Petrobrás. Ao contrário, adiantou-se a qualquer decisão da empresa - que tem mais de 400 mil acionistas, cujos interesses precisam ser protegidos - e decretou: “O importante é que a Petrobrás quer estar aqui.” Assim como fez quando Evo Morales estatizou as operações da Petrobrás na Bolívia, o chanceler anunciou o que o governo brasileiro fará diante de mais esse abuso: nada. O Brasil, mais uma vez, curva-se ao atrevimento bolivariano.
fonte:o estadão
leu leutraix http://www.leuleutraix.blogspot.com
MÍDIA ESQUERDISTAS SÃO CONTRA OS USA
leu leutraix http://www.leuleutraix.blogsot.com
Uma mídia esquerdista que não consegue deixar de ser viúva do Pacto de
Varsóvia mente descaradamente. Declaram que "os EUA vão ter menos
amigos"; "o terrorismo vai aumentar". "O Brasil será beneficiado com o
apoio de Lula a Saddam" etc. Tanta farsa que parece que o "Ministro da
Informação" de Saddam Mohamed Safa está orientando as redações de
jornais e revistas brasileiros. Este desempregado e anônimo Engenheiro
Agrônomo irá dizer a verdade sobre este tema, algo que geralmente
jornalistas famosos e profissionais são totalmente incapazes de dizer.
Vou mostrar a todos que o terrorismo islâmico vai diminuir que os EUA
vão ter mais amigos e que o Brasil só perderá com a desastrada posição
de Lula. Evidentemente que não posso desmentir todas as farsas aí
ditas sobre as conseqüências da guerra. Este artigo tem que ser curto.
Ficarei apenas em desmascarar algumas farsas ditas por aí.
Farsa 1: O terrorismo islâmico irá aumentar.
Errado. Para começo de conversa o terrorismo islâmico não é novo.
Islamismo e terrorismo islâmico são irmãos siameses históricos. Um
nasceu junto com o outro. Aterrorizar os adversários imaginários ou
reais do islã foi objetivo primário de Maomé. Ele mandou matar a
poetisa Achitima Bin Maruam, mãe de 5 filhos enquanto ela dormia. O
crime terrível de Achitima seria que ela teria escrito um verso
desrespeitoso a Maomé. Mandar matar supostos inimigos enquanto eles
dormiam ou publicamente foi preocupação primária de Maomé. O
terrorismo islâmico tem longa e mais que milenar História. Vítimas
famosas incluem o genro e primo de Maomé, Ali ainda no século VII, e
Anuar Saddat Presidente e ditador do Egito em 1981.
Neste caso específico eu acredito que o terrorismo islâmico irá
diminuir. Quanto a questão do ódio dos islâmicos aos EUA e Israel ele
é o mesmo antes ou depois da guerra. Na verdade não importa quem seja
o Presidente dos EUA. Seja quem for os islâmicos o odeiam e sonham em
fazer terrorismo. No entanto apenas vontade não basta para sustentar o
terrorismo. Também é necessário se ter apoio político e dinheiro.
Ambos foram liquidados.
A queda de Saddam é o fim dos recursos dados por ele ao terrorismo. A
perda econômica não ficará aí. Desde a queda de Saddam os
patrocinadores do terrorismo na região têm motivo para pensar duas
vezes antes de dar dólares a terroristas. Estes ditadores têm
interesse antes de tudo na sobrevivência de si mesmos e dos
familiares. Ao verem o acontecido a Saddam e familiares, sua queda
total e desgraça, estes tiranos vão cortar em parte ou em todo o
vínculo com o terror. Acabou a ilusão de se pensar que o apoio de Alá
vence qualquer arma americana. Acabou a ilusão de que os povos
preferem um ditador islâmico aos "infiéis" americanos. Foi-se o tempo
em que os ditadores da região competiam pelo apoio político e
econômico a grupos terroristas. Eles querem antes de tudo ficar no
poder e serem substituídos pelos filhos quando morrerem. Não querem
acabar como Saddam e seus familiares.
Quanto aos patrocinadores particulares do terrorismo da região eles
foram gravemente afetados pela queda dos preços do petróleo. Ele caiu
em cerca de US$10/barril desde que começou a guerra. São cerca de US$
300 milhões a menos por dia. A Arábia Saudita vai ter muito problema
em manter a imensa rede de madrassas que produz anti-semitas em série
no mundo islâmico. Com o domínio americano sobre o petróleo do Iraque
acabou a dependência global e americana do petróleo saudita. Quanto à
Síria, exportava como seu o petróleo iraquiano. Mais da metade do
petróleo "sírio" era iraquiano. Isto acabou. Os cofres públicos sírios
foram arrombados.
Resumindo tudo: a opinião muçulmana sobre Israel e EUA é a mesma de
sempre. O que mudou foi que acabou totalmente tanto a base política
quanto grande parte da base econômica do terrorismo na região. O
terrorismo vai diminuir e não aumentar nos próximos anos. A falta
tanto de dinheiro como de santuário será um tremendo problema para
terroristas.
Farsa 2: Os EUA terão menos amigos.
Errado. Há quase 500 anos Nicolau de Maquiavel escreveu: "Quem tem
boas armas tem bons amigos". Uma frase maquiavélica mas verdadeira. A
humanidade gosta de força, não de fraqueza. Quem define o destino das
nações são seus líderes e não estudantes da cara pintada ou não.
Qualquer líder com alguma noção de responsabilidade irá ver que é
necessário pelo menos o silêncio dos EUA.
Até Fidel Castro viu o que ele vai ter que fazer. Acabou o tempo em
que Fidel sustentava dúzias de grupos terroristas. Ter boas armas
americanas contra ele fez Fidel mudar de política. No mundo muçulmano
o ditador Kaddafi estava patrocinando terrorismo na Europa. O então
Presidente americano mandou bombardear a Líbia. Kaddafi mudou e hoje é
opositor do terrorismo. Força muda a opinião de inimigos.
Para completar, força traz mais amizade ainda dos amigos. Os EUA
patrocinam e apóiam Israel. Ainda assim toda a frota de caças saudita
é americana ou inglesa. Quando a Arábia Saudita quis escolher o seu
tanque escolheu tanques americanos Abrams. Os tanques brasileiros
foram muito bem no teste e eram mais baratos. No final os sauditas só
compraram tanques americanos. A fábrica brasileira que produzia o
tanque, a Engesa, faliu e os sauditas nada fizeram para a salvar.
Resumindo: os americanos vão ter ainda mais amigos. Força é o maior
atrativo para uma nação. O mundo apóia quem é rico e poderoso, não
quem se diz aliado do Saddam Hussein.
Farsa 3: O Brasil ganhará com a posição de Lula de apoiar Saddam
Hussein.
Errado. Não há quem saiba o motivo do apoio de Lula a Saddam Hussein.
Pode-se atribuir o apoio de Lula a Saddam à loucura, maus amigos, má-
fé, desejo de ser apoiado pela CUT, etc. Seja lá qual for o motivo
para a imbecilidade de Lula ela custará caro aos brasileiros. Note-se
que a posição de Lula não foi sequer de fechar a boca. O presidente
Lula descaradamente e publicamente apoiou Saddam Hussein. Embora o
total apoio de Lula em nada tenha melhorado a vida de Saddam este
apoio desastrado será sempre lembrado pelos EUA.
Por enquanto os EUA estão preocupados em consolidar seu poder sobre o
Iraque. O apoio declarado e público de Lula a um inimigo declarado dos
EUA e de Israel não será esquecido. As nações esquecem rapidamente o
bem a elas feito mas não deixam nunca o mal por isto mesmo. Os
americanos vão querer se vingar do apoio de Lula a um inimigo
declarado deles e de Israel. Terão em favor deles a total
superioridade militar econômica e política. Tudo combinado com a
sensação de injustiça e a vontade de se vingar de Lula. Nosso
presidente apoiou um anti-semita nojento e sem escrúpulos. Impunidade
não faz parte do vocabulário dos americanos. Eles não vão "deixar por
isto mesmo" o gesto de Lula.
Quem irá pagar pela decisão de Lula será o povo brasileiro. O Brasil
já é impotente militarmente e insignificante economicamente. Para
completar tem um presidente que não sabe deixar de apoiar um anti-
semita corrupto, lunático, genocida, tarado e inimigo dos americanos e
de Israel. Resumindo: o apoio de Lula a Saddam Hussein foi um
desastre. E o troco por este apoio está a caminho sendo a conta paga
LEU LEUTRAIX
http://www.leuleutraix.blogspot.com
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