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Carrossel (telenovela

Carrossel (telenovela) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Carrossel é uma telenovela de 375 capítulos produzida pela mexicana Rede Televisa em 1989, e transmitida quatro vezes no Brasil pelo SBT. Conta a história de uma turma de crianças que descobre os prós e os contras da vida e procuram resolver seus problemas com alegria e descontração. Foi a 1ª novela estrangeira a concorrer o Troféu Imprensa na categoria Melhor Novela, mas recebeu apenas 1 voto. A novela fez tanto sucesso que Gabriela Rivero, atriz que interpretou a Professora Helena, desceu a rampa do Congresso Nacional com o então presidente Fernando Collor. Mais tarde, ganhou uma "continuação", intitulada Carrossel das Américas, também exibida pelo SBT. Na verdade, tratava-se dum remake, bastante morno, da mesma. Em 2002 foi feita uma outra versão da novela, chamada Viva às Crianças! - Carrossel 2. Índice [esconder] 1 Personagens 1.1 Professora Helena Fernández(Gabriela Rivero) 1.2 Cirilo Rivera 1.3 Maria Joaquina(Ludwika Paleta) 1.4 Laura Gignoni 1.5 Kokimoto Mishima 1.6 Davi Rabinovich 1.7 Valéria Ferreira(Krystel Klithbo) 1.8 Jaime Palillo 1.9 Carmem Carrilho 1.10 Mario Ayala 1.11 Paulo Guerra 1.12 Marcelina Guerra 1.13 Adriano 1.14 Daniel Zapata 1.15 Bibi Smith 1.16 Clementina 1.17 Jorge Delsalto 1.18 Diretora Oliva 1.19 Firmino 1.20 Empregada Dorotéia 1.21 Sr. Morales 1.22 Carlão 2 Contexto social 2.1 Religião 2.2 Entorpecentes 2.3 Alimentação 2.4 Racismo 2.5 Valores 2.6 Violência 2.7 Namoro 3 Trívia 4 Elenco 4.1 Atores mexicanos 4.2 Dubladores brasileiros 5 Ver também 6 Ligações externas [editar] Personagens [editar] Professora Helena Fernández(Gabriela Rivero) Personificação de tudo o que é bom, a jovem e linda professora Helena era tutora, amiga e mãe de seus alunos. Com seu jeito meigo e enorme paciência, a professorinha era amada por todos. [editar] Cirilo Rivera Menino pobre e negro, Cirilo caracterizava-se por sua ingenuidade e inocência, sendo por isso sempre motivo de chacota por alguns colegas, dentre eles, o temível Paulo Guerra, que às vezes o chamava por apelidos racistas. O pequeno Cirilo era ainda apaixonado por uma coleguinha de turma, a linda e mimada Maria Joaquina Villa Señor; amor esse que não era correspondido, pois Maria Joaquina, era além de tudo, racista. Eventos relevantes na vida de Cirilo: - Sua mãe doou sangue à mãe de Maria Joaquina, o que fez com que a moça sentisse certo afeto por ele por breve período. - Cirilo usou uma pomada feita pelo temível Paulo Guerra, o qual atribuiu à pomada o poder de deixar a pele branca de quem a usasse. Cirilo usou a pomada crendo que ao se tornar branco, Maria Joaquina passaria a gostar dele. Paulo convenceu a alguns colegas, como Valéria, a dizer que a pele de Cirilo estava ficando mais clara, e Valéria até o chamou de "Senhor Brancura". Até que, num dia no pátio escola, Cirilo pergunta à Maria Joaquina se esta havia notado que ele estava se tornando branco. Foi o suficiente para a loirinha morrer de rir e zombar do pobre menino, que a repreeendeu e a empurrou. Então Maria Joaquina o diz com dezprezo que ele continuava negro, mais negro do que nunca, para o desespero de Cirilo, que logo em seguida foi consolado e defendido dos insultos de Maria Joaquina pelo seu bondoso amigo Jaime. Quando a história chegou aos ouvidos da Professora Helena, Paulo foi punido e Cirilo foi convencido por sua mestra de que, ao querer se tornar branco, estaria sendo mal e injusto com seus pais, pois assim Cirilo estava desejando não se parecer com eles. - A sorte de Cirilo enfim muda, pois seu pai ganha na loteria. O pequeno infante pode enfim realizar seus sonhos, os quais incluíam comprar um carrinho de corrida e vestir-se como o famoso músico brasileiro, Milton Nascimento. Frase relevante de Cirilo: "Eu só quis dizer"! [editar] Maria Joaquina(Ludwika Paleta) Menina rica, filha de um renomado médico (o dr. Villaseñor), bonita e egoísta que menosprezava seus colegas, mas com o tempo aprende a dar valor as coisas importantes da vida. Na trama foi sequestrada e salva por seus amigos. [editar] Laura Gignoni Gordinha comilona e romântica, passava o dia com um grande sanduíche na mão, e não perdia a chance de desabafar num suspiro "Isso é tão romântico!" E também: "Você é muito anti-romântico!!!" [editar] Kokimoto Mishima O espevitado oriental, sempre com sua faixinha de caratê amarrada na cabeça, era invocado e não levava desaforo para casa, sendo um dos capangas guarda-costas do temível Paulo Guerra. Porém Kokimoto era um bom menino, e foi mais tarde substituído do cargo de braço-direito de Paulo por Mário Ayala. [editar] Davi Rabinovich Judeu, com seu rosto angelical e calebos loiro-cacheados, o pequeno Davi não perdia tempo com as mulheres, tendo como affair a levada Valéria, sua colega de classe. O clímax da atuação do jovem semita se deu quando teve que sacrificar seu amado animal de estimação, uma tartaruga, para fazer uma sopa capaz de curar o porteiro Firmino de uma forte gripe. A idéia se dá após uma aula na qual a professora Helena afirma que uma sopa de tartaruga poderia até ressucitar os mortos. A versão brasileira da novela foi realizada nos estúdios da Herbert Richers e dublado pelo ator Robson Richers. [editar] Valéria Ferreira(Krystel Klithbo) A namoradinha míope do Davi. No auge da pobreza, quando seu pai perdeu o emprego, costurou roupinhas de boneca durante a madrugada para tentar vendê-las na escola; pelas manhãs mostrava-se exausta e era constantemente repreendida pelos familiares, que não sabiam da boa ação. [editar] Jaime Palillo Gordinho de coração enorme que sempre dizia "Que droga de cabeça!" quando não acertava um problema de matemática. Jaime Palillo só temia seu velho pai, o grosseirão Rafael Palillo, um mecânico de automóveis de bom coração, mas que sempre brigava com o garoto na época de assinar os boletins escolares. Mais para o final da novela, Jaime ganha uma gaita de boca e revela um bom ouvido para musica. Era gordo obeso e comia muito, por isso era mal visto, burro que nem uma porta! [editar] Carmem Carrilho Menina estudiosa, extremamente pobre, que sofria com a separação dos pais. Teve uma participação um tanto quanto apagada na novela. Destacou-se ao sofrer de apendicite aguda, precisando ser rapidamente operada pelo pai de Maria Joaquina. [editar] Mario Ayala Entra na metade da novela. Filho de um carregador de batatas e vivia também com a meia-irmã e a madrasta. Estudava na Escuela Mundial, assim como a quase totalidade das crianças da série. Em seu primeiro dia de aula se comportou tão mau que fez a professora Helena chorar. Mas com o passar do tempo foi se tornando mais comportado. Possuia um cachorro, apelidado de Rabito. Incrivelmente, durante a sucessão de capítulos da novela o cachorro que representava Rabito foi trocado por outro bastante diferente. Após sentir-se forçado pela moral a doar Rabito para uma garota de cadeira de rodas (sua dona anterior, que o chamava de Caramelo), Mário Ayala ganhou dela um outro cão, um pastor alemão ao qual também colocou o nome de Rabito e se tornou o mascote da heróica Patrulha Salvadora. A frase mais famosa de Mário Ayala foi proferida quando descobriu frutas no forno do fogão de sua casa: "Você disse que não tinha fruta!" - disse Mário à madrasta, que escondia alimentos mais nobres para oferecê-los somente para sua filha legítima. [editar] Paulo Guerra Paulo Guerra era um garoto problema. Temido por quase todos, Paulo estava sempre aprontando, ora colocando tachinhas na cadeira da roliça Laura, ora bolando um plano maquiavélico contra o pobre Cirilo, e sempre de posse de sua inseparável atiradeira. Aparece com uma zarabatana no vídeo de abertura. Já na parte final da novela, Paulo começa a ter pesadelos, nos quais é uma espécie de quimera, metade pássaro, metade menino, chamado de Corvo Vingador; e a partir daí o jovem vândalo começa a refletir sobre seu estilo de vida, para não acabar sozinho e sem amigos. [editar] Marcelina Guerra Irmã de Paulo, é o oposto do irmão, sendo boazinha demais e sempre defendendo os injustiçados, como Cirilo e Laura. [editar] Adriano Menino gordinho secundário na trama, com pouca importância na saga, passando a maior parte do tempo no Mundo da Lua e dividido entre bocejos e cochilos. [editar] Daniel Zapata O líder intelectual da turma, 100% correto e incorruptível, com seu cabelo em forma de tigela e rosto sardento, foi o criador da organização filantrópica e sem fins lucrativos "Patrulha Salvadora", que com suas missões ajudou vários personagens nas mais inusitadas situações. [editar] Bibi Smith Garota que por ser descendente de americanos às vezes fala expressões em inglês. [editar] Clementina Garota de voz insuportável mantida sob cárcere privado por suas tias ultra-conservadoras, Rosa e Clara. Embora residisse atrás da Escuela Mundial, nunca havia chegado a estudar. Isso até que a brava Patrulha Salvadora a libertasse para o mundo externo. [editar] Jorge Delsalto Menino mais rico da saga, foi apresentado ao público somente no decorrer da trama. Possuidor de um invejável carrinho branco motorizado, arrancava sorrisos e piscadelas de Maria Joaquina e despertava inocente ciúme do pobretão Cirilo. Teve sua participação mais memorável durante a esperada corrida contra o carro preto do já ricaço Cirilo, na qual o ouvido do mecânico Rafael Palillo fez as vezes de bola de cristal. Sua frase mais marcante foi, após levar um soco na nuca do pacato Daniel Zapata, esbravejar com um carregado sotaque carioca (na dublagem brasileira) "Meus olhos! Não consigo ver! Não consigo ver!", assustando-se com a cegueira temporária e utilizando-a para incriminar o bom garoto. Algumas de suas mais notáveis aparições ocorrem quando interpreta o "Vingador da Justiça". Para tanto, faz uso de um lenço alterador de voz e, falando também com outra entonação, lança mão de ligações anônimas (identificando-se apenas como Vingador da Justiça) por exemplo para a Diretora Oliva, e repassa informações sigilosas e incriminatórias a respeito de Jaime Palillo. [editar] Diretora Oliva Alter ego maligno da doce Professora Helena, Oliva era uma solteirona amarga e autoritária, o horror dos alunos e professores. Presenteou Jaime Palillo com uma nota zero que preencheu toda a folha de rosto da prova, quando este fez segunda chamada após ser pego colando na classe regular. [editar] Firmino Velho porteiro e amigo dos alunos, sempre ajudava a acobertar suas estripulias. Um aspecto singular da trama é a mudança do ator que interpretava o porteiro ancião, o que nos leva a supor a morte do ator original. [editar] Empregada Dorotéia Incluída na história já em andamento, Dorotéia era uma mulher atrapalhada e representante do velho estilo pastelão. Vestida sempre a caráter, andava com seu inseparável espanador e criou laços de amizade com os alunos do colégio. Sua aparição deve-se talvez à necessidade de alegrar o corpo de funcionários da escola após a suposta morte da versão épica de Firmino. [editar] Sr. Morales Era um rico e bondoso empresário, amigo do Dr. Villaseñor, que deu à Professora Helena um segundo emprego (além de seu emprego de professora) em sua empresa. [editar] Carlão Representado por um ator de traços grosseiros e estatura superior a 2,20 m, fazia parte da quadrilha que seqüestrou Davi Rabinovich e causou espanto nos telespectadores ao tornar pública sua inteligência desfavorecida. Sua frase marcante foi no esconderijo da quadrilha: após ouvir comentário de seu chefe, que disse algo como "quando chegarmos ao esconderijo estaremos salvos", Carlão indagou "E nós já chegou?". Foi alvejado com um taco de beisebol por Jaime Palillo no desfecho do seqüestro, e caiu desmaiado -- esta foi uma das últimas de suas poucas aparições. [editar] Contexto social [editar] Religião A história acontece em cenário estritamente católico. O garoto Cirilo, por exemplo, filho do carpinteiro José, dedica orações diárias a seu santo preferido, o São Martim dos Pobres, pedindo-lhe geralmente dinheiro. [editar] Entorpecentes A novela não deixa de passar sua mensagem relativa às drogas. Cirilo experimenta substâncias psicotrópicas e começa a responder asperamente seus pais. Laura também acaba aceitando drogas na porta do colégio, trata sua mãe com rispidez e vomita em casa. [editar] Alimentação É interessante observar as diferenças alimentares entre os mexicanos da novela e nós. Enquanto aqui somos acostumados a comer pão com manteiga, café e leite no café da manhã, os protagonistas mirins acordavam e se deparavam com uma vasta mesa, com arroz, feijão, carne e outras comidas pesadas. [editar] Racismo Bastante presente na saga, o racismo é abordado de maneira praticamente constante. Segue o estereótipo padrão: as crianças nascidas em berço de ouro inferiorizando ou desejando distância do colega negro e burro. Também há aparições de anti-semitismo entre algumas crianças, sentimento dissipado no decorrer da trama. [editar] Valores Todos os pais dos alunos possuem valores de "bondade" e "igualdade", com a exceção da madrasta de Mário. Os pais de Jorge Delsalto e de Maria Joaquina, por exemplo, tratam com igualdade e benevolência a todos os outros pais pobres, os quais também são geralmente um exemplo de amor e dedicação para com os filhos. [editar] Violência Os criminosos são caricaturados da mesma maneira que o Sr. Furtado na série Chaves: homens feios e atrapalhados que têm o mal como norte e apresentam inteligência inferior às crianças protagonistas, por elas acabando vencidos. [editar] Namoro Toda a história se passa durante a segunda série escolar, com os alunos possuindo oito anos de idade. Não obstante, vários tinham flertes e chegavam a namorar entre si, como Valéria e Davi. Uma das únicas personagens cujo fim do celibato seria comemorado pelos telespectadores era a doce professora, que nunca chegou a mostrar interesse por homens, mantendo sua imagem imaculada... [editar] Trívia Por um único episódio, Cirilo se revoltou contra Maria Joaquina. Quando alguns dos alunos estavam reunidos falando sobre com quem iriam se casar, Cirilo olhou para Maria Joaquina e disse "Quer que eu diga com quem eu vou me casar?", e Maria Joaquina disse " Se você tiver que se casar com alguém , vai ser com a Cheeta do Tarzan". Então Cirilo gritou "EU TE ODEIO! VOCÊ JÁ ME ENCHEU A PACIÊNCIA!". Depois disto, a rotina entre os dois voltou ao normal e esse fato foi ignorado pelo resto da novela. Outra passagem extremamente interessante foi quando, após muito torcer e rezar, Cirilo vence num sorteio um pequeno triciclo motorizado. Desfila com o veículo por alguns capítulos, comemorando sua recém-chegada riqueza, mas em pouco tempo seu objeto de desejo misteriosamente desaparece e o pobretão volta a reclamar de sua sorte, como se nada tivesse acontecido. Por duas vezes, não por concidência, um fato se repetiu na novela: Ao ver que Maria Joaquina era cruel demais e que denunciou a colega Marcelina quando esta estava colando durante um teste, a turma resolve aplicar sobre Maria Joaquina um castigo chamado Lei do silêncio, que consistia em todos ignorarem a menina como se ela não existisse. Cirilo foi o único que não participou do esquema, e conversava com a menina em segredo, sem receber qualquer gratidão. Com o passar do tempo, Maria Joaquina não suportou a solidão e entrou em depressão. A turma então decide retirar o castigo. O fato se repetiu exatamente com Jorge del Salto, que denunciou Bibi quando esta colava em um teste, mas desta vez o castigo foi nomeado como Lei do gelo. Em julho de 1991, quando a novela estava no auge no Brasil, Cirilo e Marcelina vieram ao Rio de Janeiro para serem a atração internacional de uma grande exposição de filhotes de animais. A participação dos dois na exposição foi anunciada por comerciais de televisão nas emissoras SBT e Rede Globo. Quando o comercial foi transmitido pelo SBT, Cirilo e Marcelina apareciam com filhotes de cães nas mãos e o narrador dizia coisas como: Surpresa! Cirilo e Marcelina do Carrossel... O programa de maior audiência destas férias!. Porém, quando o anúncio era transmitido pela Rede Globo, Cirilo e Marcelina apareciam com sombras cobrindo os seus rostos, impedindo seu total reconhecimento, e o narrador do comercial apenas dizia: Quem será que vocês vão encontrar na exposição?, sem nem ao menos revelar os nomes dos dois. A explicação é muito clara: A Rede Globo deve ter se recusado a expor a imagem dos pequenos atores por estes fazerem parte de uma novela que estava dando grandes números de audiência à emissora rival. Pode ser coincidência, mas em 1991 o dublador Peterson Adriano, além de dar sua voz ao capetinha Paulo Guerra, também a deu a outros dois pequenos e diabólicos personagens: Bart Simpson da série Os Simpsons e Valentino Troca-Tapa, do desenho Tiny Toon. [editar] Elenco veja mais no blog do leu leutraix em www.leuleutraix.blogspot.com
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31 Out 2007

A exclusão social é fruto da idiotice anticapitalista

Esse tal Fórum Nacional da Democratização da Comunicação (FNDC) reúne sem dúvida um apreciável grupo de dinossauros. Se existe herança maldita foi essa deixada por Daniel Herz, mentor desse Fórum (já falecido) e que passou a vida inteira falando nessa história de democratização da comunicação e tripudiando sobre a rede Globo. Não fez mais nada além disso. É preciso desmistificar esta história mentirosa de "democratização da comunicação". Esse Fórum costuma fazer vistas grossas a todos os tiranos, como Fidel Castro, Chávez et caterva. Adula a bandalha do PT e apóia, evidentemente, a TV Petralha que vai sendo colocada goela abaixo da população brasileira via medida provisória. Para começo de conversa, trata-se de um acinte, já que medida provisória é uma alternativa voltada a projetos de urgência, o que não é o caso. Agora mesmo o indigitado FNDC veicula uma nota em seu site que se constitui numa pérola, comprovando que seus responsáveis representam o mais bem acabado exemplo da idiotia latino-americana. Vejam: "O surgimento dos provedores de Internet e sua forte ampliação, a crescente demanda e utilização dos serviços da rede colocam o Brasil como um dos mais importantes países usuários das novas tecnologias de informação nos últimos 20 anos. A afirmação é do IBGE, a partir de pesquisa realizada no final do ano passado, que mapeou o Brasil por regiões e municípios, no quesito Cultura e Meios de Comunicação. O crescimento observado é mais expressivo nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e nos municípios com mais de 500 mil habitantes, o que ratifica as desigualdades existentes no País ? a internet continua restrita a uma faixa da população com mais poder aquisitivo. A concentração dos meios e a carência de conteúdos regionais aparecem evidenciados nos percentuais expostos pela pesquisa". Parece mentira, mas é verdade. Trata-se de uma idiotice histriônica. O que está acontecendo, note-se, à revelia do maldito estatismo, é a tendência de universalização do uso dos computadores e da internet. É o que a pesquisa do IBGE está dizendo! Independentemente de qualquer governo, o uso da internet e do computador será no imediato futuro tão trivial quanto traçar um prazo de arroz e feijão. Graças ao capitalismo, à economia de mercado e às privatizações, qualquer pessoa hoje pode ter acesso à internet. Mesmo que não tenha computador pode usar uma lan house e com uns trocados acessar a grande rede. A produção em escala dos artefatos de tecnologia, como telefones celulares e computadores, tem feito cair drasticamente o seu custo. Além disso, esses produtos são vendidos à prestação com mensalidades que custam uma merreca. Ave! capitalismo e economia de mercado! Mas o FNDC, como o governo petralha, precisa alimentar essa história de pobrismo e insuflar a luta de classes; afirmar que há desigualdade e que tais. Tudo conversa. O que eles têm é medo de perder as boquinhas que mantêm através de ONGs, Fóruns, etc... São arautos do atraso em seu próprio benefício. Essa gente não suporta a economia de mercado porque sabe que, na medida em que o capitalismo avança, diminui a pobreza e aumenta o acesso de todas as faixas da população aos bens de consumo. A mobilidade social positiva determina não só maior bem estar para quem estava na penúria econômica, mas muda o comportamento das pessoas. Se determinado grupo de pessoas alcança um patamar acima em sua situação econômica, passa a professar imediatamente os valores daquela classe à qual acaba de ingressar. O caso da telefonia já é suficiente para demonstrar como a privatização das teles foi importante para popularizar o uso do telefone celular. Antes, quando as teles eram estatais, telefone celular era objeto de luxo, só usado pelos ricaços. Imagine uma pessoa que jamais sonhava em ter um celular e passou a desfrutar desse benefício tecnológico? É claro que não abrirá a mão de ter um desses aparelhos e lutará em busca dos recursos necessários para mantê-lo. O que me deixa imensamente alegre e satisfeito é que a minha faxineira possui um bom telefone celular. Anda bem arrumada, come bem e não quer nem ouvir falar de pobrismo. Acontece, é claro, que ela trabalha, não é uma botocuda preguiçosa. Levanta às 5 horas da manhã e pega dois ônibus. Juntando a renda familiar essa mulher consegue uma vida digna e continua lutando para ter maior conforto. Isto é natural e deve ser incentivado. Esta é a questão. Hoje qualquer pessoa que luta e trabalha pode ter um telefone celular, como pode ter uma televisão, uma geladeira, um máquina de lavar roupa ou um fogão. E isto é possível não em razão do estatismo, mas em decorrência da economia de mercado, da propriedade privada dos meios de produção que se sujeita à competitividade e às severas leis de mercado e a produzir em grande escala. As novas gerações não sabem, mas até os anos 60 eram poucas as famílias que podiam ter um refrigerador. A vinda de multinacionais para o Brasil é que permitiu a produção local desses produtos a preços mais competitivos, enquanto ampliou-se o sistema de crédito e a venda a prestações compatíveis com a realidade dos salários. Mas o FNDC evidentemente não deseja isso. Quer que tudo funcione como na ilhota de Fidel Castro, onde os jovens, para se comunicar pela internet têm que se disfarçar de turista e usar o serviço em um hotel, conforme mostrei dia desses no meu blog. Esta é a "democratização da comunicação" que postula o famigerado FNDC. O Brasil precisa apenas e somente de capitalismo de verdade, começando por privatizar a Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Infraero e mais uma centena de empresas estatais que locupletam a camarilha de amanuenses profissionais. Não fosse esta funesta realidade jamais estaria em discussão a aprovação da CPMF. A exclusão social existente no Brasil decorre do gigantismo estatal que inibe o capitalismo. A mais valia, para utilizar aqui um conceito marxista, é sugada pelo Estado através de impostos em cascata sobre a atividade econômica. O Fórum Nacional da Democratização da Comunicação é um exemplo concreto da idiotia anticapitalista que só contribui para perpetuar o atraso e a exclusão social enquanto patinarem na ideologia, defendendo a estatocracia. leu leutraix Email:: leuleutraix@gmail.com URL:: http://www.leuleutraix.blogspot.com
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18 Out 2007

CHE O MITO MACABRO

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Che – O mito macabro
por Ipojuca Pontes em 15 de outubro de 2007

Resumo: Uma figura transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista é o que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.

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“Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo”

“Che” Guevara em carta familiar


No próximo dia 23 de outubro, em sessão especial, o Senado Federal vai prestar homenagem à memória do mitológico Ernesto “Che” Guevara. Como se sabe, há 40 anos o “Che”, tentando levantar uma revolução comunista nas selvas da Bolívia, foi capturado por pequena tropa comandada pelo capitão Gary Prado, do Exército boliviano e logo depois executado pelo tenente Mario Téran - não sem antes implorar pela vida: “Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto”.

 

O requerimento para a estranha celebração política é de autoria do obscuro senador José Nery (PSOL-PA) - que responsabilizou o “imperialismo ianque” pela morte do aventureiro mas cuja desgraça, sabe-se, foi urdida pela vontade de Moscou, Fidel Castro e o PC boliviano – e tem a aprovação de outro político esquerdista, Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.

 

Como registrei no meu livro “Politicamente Corretíssimos” (Toopbooks, Rio, 2003), o mito Guevara não corresponde nem de longe à realidade dos fatos. Salvo pela “revolução cubana” – efetivada, em parte, pela inação dos Estados Unidos que abandonaram o sargento Fulgêncio Batista e no início ajudaram Fidel Castro nas escaramuças de Sierra Maestra - a vida do cruel revolucionário foi um completo fracasso: na órbita familiar, no amor, à frente de ministério e banco, como comandante, “diplomata” e guerrilheiro, para não falar no “ideólogo do foquismo” - sua trajetória humana e social tributa larga soma de erros e equívocos que nem mesmo os biógrafos mais entusiastas (entre eles, Jon Lee Anderson) conseguem dissimular.

 

Com efeito, filho de mãe “possessiva” e produto de um lar “excêntrico”, desde cedo o “Che” só fez acumular fracassos. Por exemplo: quando, como estudante, aspirava (em Córdoba/Argentina) realizar casamento “burguês” com a prima rica Chinchina Ferreyra, que o repudiou; ou como presidente do Banco Nacional Cubano, levando a moeda e a economia da ilha à completa insolvência; ou ainda como ministro da Indústria de Cuba, quando fracassou miseravelmente ao lado de Fidel, na obtenção de 10 milhões de toneladas de açúcar que nem de longe atingiu; e nas frustradas negociações com a Nomenklatura soviética em que pedia ajuda para industrializar Cuba e teve como resposta um sonoro “não”; e na sua doentia pretensão de criar o “homem novo” e a “sociedade nova” – enfim, em tudo que o desastrado guerrilheiro colocou as mãos, só demonstrou elevado grau de incompetência e insensatez.

 

No levantamento dos sucessivos fracassos de Guevara, propositadamente escondido pelos criadores de mitos, o que chama atenção, no terreno em que se dizia “especialista”, é a sua derrota para os 100 mercenários do Coronel Mike Hoare nas planícies do Congo, em 1965. Vale a pena lembrar.

 

Excluído da vida política e administrativa de Cuba pelos russos, que sustentavam com bilhões de dólares o banquete de “la revolución” e não o queriam por perto, Guevara saiu mundo afora. Sua idéia era criar “um, dois, muitos Vietnãs” para debilitar o “imperialismo ianque”. Julgando oportuno e financiado por Ben Bella (leia-se “petróleo argelino”) e contemplado com armas chinesas, rumou para o Congo (ex-belga) e se juntou às tropas rebeldes de Laurent Kabila, o jovem aspirante a ditador que, por sua vez, queria derrubar o governo de Moise Tshombe e tomar o seu lugar.

 

Com 127 guerrilheiros cubanos e 3 mil soldados congoleses bem armados, Guevara se internou nos charcos do país africano e tentou derrubar Tshombe. Seus objetivos no Congo eram, pela ordem, privar as fontes financeiras do governo provenientes das minas, obrigar a Bélgica a reconhecer o novo Estado revolucionário, controlar os minerais estratégicos para benefício do bloco socialista e, mais tarde, levar sua guerrilha até Angola.  

 

Diante da ameaça, Tshombe contratou os serviços do Coronel Mike “Mad” Hoare, mercenário sul-africano, especialista em guerra de movimento nas selvas. Conforme registra o historiador Miguel A. Faria, em “Escape of from lost paradise” (Hacienda Publishing, 2002), as derrotas dos guerrilheiros do “Che” no Congo, foram “desmoralizantes”. Na batalha pela hidrelétrica de Bendela, por exemplo, Hoare eliminou boa parte do exército congolês e botou os guerrilheiros cubanos a correr.

 

Na batalha de Fizi Baraka, nas proximidades do Lago Tanganica, Hoare encurralou Guevara e suas tropas, atacando-as pela retaguarda, de madrugada, destruindo o serviço de comunicação e o centro de abastecimento da guerrilha. No entrechoque fatal, Hoare eliminou 125 soldados congoleses e deixou pelo chão mais de 600 feridos. O “Che”, que tinha prometido aos seus comandados “devorar” com as próprias mãos os adversários vencidos, bateu célere em retirada. No seu próprio diário sobre a experiência militar do Congo (“Passagens da guerra revolucionária: Congo” - Record, Rio, 2005), diz que a experiência foi um “fracasso absoluto” e justifica a clamorosa derrota pela “indisciplina” dos soldados congoleses - que, por sinal, diga-se de passagem, eram também canibais, pois comiam o fígado e o coração dos inimigos.

 

(Depois da fuga humilhante, irritado com a derrota incontornável, o “Che”, vendo um dos seus guerrilheiros em conversa íntima com uma africana, ordenou que o comandado ficasse de joelhos e, em seguida, deu-lhe malvadamente um tiro bem no meio da testa).

 

Numa carta dirigida à primeira esposa, Hilda Gadea, o carrasco que de arma em punho matou vários presos políticos na prisão de La Cabaña, e que era movido pelo ódio como fator de luta, escreveu: “Querida velha. Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue”.

 

É uma figura assim, transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista, que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.

 

É o fim!
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15 Out 2007

AGORA É O EQUADOR

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O Equador e a Petrobrás

O presidente Rafael Correa segue à risca o script bolivariano. Sem bancada no Congresso - seu partido se absteve de participar das eleições parlamentares -, substituiu arbitrariamente 57 deputados pela companheirada e assim pôde convocar uma Assembléia Constituinte. Nas eleições realizadas no mês passado, empenhou a máquina estatal e conseguiu maioria absoluta. Imediatamente anunciou que dissolverá o Congresso - o que o projeto de convocação da Constituinte não previa - e convocará novas eleições gerais, obviamente para garantir-se no poder por um bom tempo. Repetiu, passo por passo, a trajetória inicial do coronel Chávez, que há oito anos governa a Venezuela com mão-de-ferro.

Logo em seguida, tratou das finanças do Estado. E o modelo foi o também bolivariano Evo Morales. Na semana passada, decretou o virtual confisco das rendas das empresas - inclusive a Petrobrás - que exploram petróleo no país. Há um ano, o imposto sobre a renda excedente do petróleo havia sido elevado para 50%. Correa elevou a alíquota para 99%, o que significa que as petroleiras terão de se contentar com um preço de cerca de US$ 24, quando o barril é vendido por cerca de US$ 80 no mercado spot. O governo fica com a diferença.

Não bastasse essa medida expropriatória - que, aliás, foi mais ousada do que a adotada por Evo Morales, que se contentou com 82% -, Rafael Correa anunciou que os contratos com as empresas petrolíferas serão alterados. Atualmente, as empresas têm uma participação que varia de 20% a 80% do petróleo que produzem. Investem em pesquisa, exploração e desenvolvimento dos campos petrolíferos e ficam com uma parte do petróleo extraído, como remuneração. Correa quer que essas empresas passem a ser meras prestadoras de serviço, recebendo uma quantia fixa. Assim como Evo Morales, não fala em indenizar as petroleiras pelos investimentos que fizeram.

O governo equatoriano convocou as empresas para uma reunião, na segunda-feira passada, na qual seriam expostos os termos da mudança contratual. Ninguém compareceu. O ministro de Minas e Energia explicou que os executivos não compareceram porque estão discutindo com as suas matrizes no exterior as recentes mudanças.

De fato. Mas a ausência em bloco das petroleiras à reunião pode também indicar que Rafael Correa deu um passo maior que as pernas. As grandes empresas petrolíferas aceitaram aumentos de impostos e mudanças contratuais impostas pelo coronel Hugo Chávez porque na Venezuela existe uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Apenas duas empresas, com participação muito pequena na produção local, se retiraram da Venezuela. A Exxon está acionando a PDVSA para ressarcir-se de prejuízos, mas continua operando no país. Na Bolívia, o rompimento de contratos foi tolerado porque as principais companhias envolvidas têm compromissos firmes de abastecimento de gás com a Argentina e o Brasil.

Mas no Equador a situação é outra. A produção equatoriana é a quinta da América Latina, atrás da Venezuela, México, Brasil e Argentina. A estatal PetroEquador extrai 50% do petróleo produzido no país, sendo o resto dividido entre quatro empresas. A Petrobrás, por exemplo, extrai apenas 6,24% do petróleo equatoriano. A operação no Equador tem pouco peso econômico para essas empresas e elas podem decidir não tolerar a quebra de contrato. Se isso ocorrer, as fontes de financiamento e de assistência técnica se fecharão para o Equador.

Rafael Correa faz um jogo arriscado. As medidas que adotou sinalizam o crescimento do nacional-populismo na América Latina - e isso certamente terá reflexos negativos em outros setores da economia globalizada.

Só o chanceler Celso Amorim não percebe isso. Ele estava em Quito quando Rafael Correa anunciou o esbulho das empresas petrolíferas. Não protestou contra a quebra de contrato e contra o confisco de renda da Petrobrás. Ao contrário, adiantou-se a qualquer decisão da empresa - que tem mais de 400 mil acionistas, cujos interesses precisam ser protegidos - e decretou: “O importante é que a Petrobrás quer estar aqui.” Assim como fez quando Evo Morales estatizou as operações da Petrobrás na Bolívia, o chanceler anunciou o que o governo brasileiro fará diante de mais esse abuso: nada. O Brasil, mais uma vez, curva-se ao atrevimento bolivariano.
fonte:o estadão
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14 Out 2007

MÍDIA ESQUERDISTAS SÃO CONTRA OS USA

leu leutraix http://www.leuleutraix.blogsot.com


Uma mídia esquerdista que não consegue deixar de ser viúva do Pacto de
Varsóvia mente descaradamente. Declaram que "os EUA vão ter menos
amigos"; "o terrorismo vai aumentar". "O Brasil será beneficiado com o
apoio de Lula a Saddam" etc. Tanta farsa que parece que o "Ministro da
Informação" de Saddam Mohamed Safa está orientando as redações de
jornais e revistas brasileiros. Este desempregado e anônimo Engenheiro
Agrônomo irá dizer a verdade sobre este tema, algo que geralmente
jornalistas famosos e profissionais são totalmente incapazes de dizer.
Vou mostrar a todos que o terrorismo islâmico vai diminuir que os EUA
vão ter mais amigos e que o Brasil só perderá com a desastrada posição
de Lula. Evidentemente que não posso desmentir todas as farsas aí
ditas sobre as conseqüências da guerra. Este artigo tem que ser curto.
Ficarei apenas em desmascarar algumas farsas ditas por aí.


Farsa 1: O terrorismo islâmico irá aumentar.


Errado. Para começo de conversa o terrorismo islâmico não é novo.
Islamismo e terrorismo islâmico são irmãos siameses históricos. Um
nasceu junto com o outro. Aterrorizar os adversários imaginários ou
reais do islã foi objetivo primário de Maomé. Ele mandou matar a
poetisa Achitima Bin Maruam, mãe de 5 filhos enquanto ela dormia. O
crime terrível de Achitima seria que ela teria escrito um verso
desrespeitoso a Maomé. Mandar matar supostos inimigos enquanto eles
dormiam ou publicamente foi preocupação primária de Maomé. O
terrorismo islâmico tem longa e mais que milenar História. Vítimas
famosas incluem o genro e primo de Maomé, Ali ainda no século VII, e
Anuar Saddat Presidente e ditador do Egito em 1981.


Neste caso específico eu acredito que o terrorismo islâmico irá
diminuir. Quanto a questão do ódio dos islâmicos aos EUA e Israel ele
é o mesmo antes ou depois da guerra. Na verdade não importa quem seja
o Presidente dos EUA. Seja quem for os islâmicos o odeiam e sonham em
fazer terrorismo. No entanto apenas vontade não basta para sustentar o
terrorismo. Também é necessário se ter apoio político e dinheiro.
Ambos foram liquidados.


A queda de Saddam é o fim dos recursos dados por ele ao terrorismo. A
perda econômica não ficará aí. Desde a queda de Saddam os
patrocinadores do terrorismo na região têm motivo para pensar duas
vezes antes de dar dólares a terroristas. Estes ditadores têm
interesse antes de tudo na sobrevivência de si mesmos e dos
familiares. Ao verem o acontecido a Saddam e familiares, sua queda
total e desgraça, estes tiranos vão cortar em parte ou em todo o
vínculo com o terror. Acabou a ilusão de se pensar que o apoio de Alá
vence qualquer arma americana. Acabou a ilusão de que os povos
preferem um ditador islâmico aos "infiéis" americanos. Foi-se o tempo
em que os ditadores da região competiam pelo apoio político e
econômico a grupos terroristas. Eles querem antes de tudo ficar no
poder e serem substituídos pelos filhos quando morrerem. Não querem
acabar como Saddam e seus familiares.


Quanto aos patrocinadores particulares do terrorismo da região eles
foram gravemente afetados pela queda dos preços do petróleo. Ele caiu
em cerca de US$10/barril desde que começou a guerra. São cerca de US$
300 milhões a menos por dia. A Arábia Saudita vai ter muito problema
em manter a imensa rede de madrassas que produz anti-semitas em série
no mundo islâmico. Com o domínio americano sobre o petróleo do Iraque
acabou a dependência global e americana do petróleo saudita. Quanto à
Síria, exportava como seu o petróleo iraquiano. Mais da metade do
petróleo "sírio" era iraquiano. Isto acabou. Os cofres públicos sírios
foram arrombados.


Resumindo tudo: a opinião muçulmana sobre Israel e EUA é a mesma de
sempre. O que mudou foi que acabou totalmente tanto a base política
quanto grande parte da base econômica do terrorismo na região. O
terrorismo vai diminuir e não aumentar nos próximos anos. A falta
tanto de dinheiro como de santuário será um tremendo problema para
terroristas.


Farsa 2: Os EUA terão menos amigos.


Errado. Há quase 500 anos Nicolau de Maquiavel escreveu: "Quem tem
boas armas tem bons amigos". Uma frase maquiavélica mas verdadeira. A
humanidade gosta de força, não de fraqueza. Quem define o destino das
nações são seus líderes e não estudantes da cara pintada ou não.
Qualquer líder com alguma noção de responsabilidade irá ver que é
necessário pelo menos o silêncio dos EUA.


Até Fidel Castro viu o que ele vai ter que fazer. Acabou o tempo em
que Fidel sustentava dúzias de grupos terroristas. Ter boas armas
americanas contra ele fez Fidel mudar de política. No mundo muçulmano
o ditador Kaddafi estava patrocinando terrorismo na Europa. O então
Presidente americano mandou bombardear a Líbia. Kaddafi mudou e hoje é
opositor do terrorismo. Força muda a opinião de inimigos.


Para completar, força traz mais amizade ainda dos amigos. Os EUA
patrocinam e apóiam Israel. Ainda assim toda a frota de caças saudita
é americana ou inglesa. Quando a Arábia Saudita quis escolher o seu
tanque escolheu tanques americanos Abrams. Os tanques brasileiros
foram muito bem no teste e eram mais baratos. No final os sauditas só
compraram tanques americanos. A fábrica brasileira que produzia o
tanque, a Engesa, faliu e os sauditas nada fizeram para a salvar.
Resumindo: os americanos vão ter ainda mais amigos. Força é o maior
atrativo para uma nação. O mundo apóia quem é rico e poderoso, não
quem se diz aliado do Saddam Hussein.


Farsa 3: O Brasil ganhará com a posição de Lula de apoiar Saddam
Hussein.


Errado. Não há quem saiba o motivo do apoio de Lula a Saddam Hussein.
Pode-se atribuir o apoio de Lula a Saddam à loucura, maus amigos, má-
fé, desejo de ser apoiado pela CUT, etc. Seja lá qual for o motivo
para a imbecilidade de Lula ela custará caro aos brasileiros. Note-se
que a posição de Lula não foi sequer de fechar a boca. O presidente
Lula descaradamente e publicamente apoiou Saddam Hussein. Embora o
total apoio de Lula em nada tenha melhorado a vida de Saddam este
apoio desastrado será sempre lembrado pelos EUA.


Por enquanto os EUA estão preocupados em consolidar seu poder sobre o
Iraque. O apoio declarado e público de Lula a um inimigo declarado dos
EUA e de Israel não será esquecido. As nações esquecem rapidamente o
bem a elas feito mas não deixam nunca o mal por isto mesmo. Os
americanos vão querer se vingar do apoio de Lula a um inimigo
declarado deles e de Israel. Terão em favor deles a total
superioridade militar econômica e política. Tudo combinado com a
sensação de injustiça e a vontade de se vingar de Lula. Nosso
presidente apoiou um anti-semita nojento e sem escrúpulos. Impunidade
não faz parte do vocabulário dos americanos. Eles não vão "deixar por
isto mesmo" o gesto de Lula.


Quem irá pagar pela decisão de Lula será o povo brasileiro. O Brasil
já é impotente militarmente e insignificante economicamente. Para
completar tem um presidente que não sabe deixar de apoiar um anti-
semita corrupto, lunático, genocida, tarado e inimigo dos americanos e
de Israel. Resumindo: o apoio de Lula a Saddam Hussein foi um
desastre. E o troco por este apoio está a caminho sendo a conta paga

LEU LEUTRAIX

http://www.leuleutraix.blogspot.com


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12 Out 2007

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